
Nesta sessão do podcast, “Clube das Criativas”, Liliana Coutinho, curadora da Culturgest, convida a editora do portal BUALA, Marta Lança.
“Para além das questões simbólicas, a maior reparação (histórica) possível é dar dignidade e condições de vida às pessoas. Bons salários e lutar contra as desigualdades tão evidentes.”
Marta Lança
Marta Lança é jornalista, programadora, tradutora, investigadora e editora. Criou as publicações V-ludo, Dá Fala, Jogos Sem Fronteiras e é editora do portal BUALA. Nesta edição do podcast, a editora esteve à conversa com a curadora, Liliana Coutinho.
Conversam sobre o seu próximo livro, sobre o projeto BUALA e todas as suas vertentes, sobre o seu envolvimento nos projetos “ReMapping Memories”, “Declaração do Porto”, em diversos projetos ligados ao colonialismo, e ainda sobre a sua ligação com as artes e com o cinema. Falam também sobre o Trivial Feminista que está agora na fase inicial e cujo objetivo é dar visibilidade a figuras marginalizadas pela história.
Ouve a conversa no Spotify, Soundcloud ou Youtube do Clube.
Biografias

Marta Lança
Nasceu em 1976 em Lisboa. Trabalhadora independente em várias áreas no sector cultural, do cinema à programação, passando pelo jornalismo. Muitos projetos são ligados ao Brasil e a países africanos de língua portuguesa. Formou-se em Estudos Portugueses e já devia ter acabado o doutoramento em Estudos Artísticos (FCSH - UNL). Colaborou com diversas publicações portuguesas e angolanas. Criou as publicações V-ludo, Dá Fala e o portal BUALA (dinamizado desde 2010). É mãe e vive entre a Feira da Ladra, em Lisboa, e uma casa de campo em Ourique.

Liliana Coutinho, programadora de Debates e Conferências na Culturgest
Liliana Coutinho é programadora de Debates e Conferências na Culturgest – Fundação Caixa Geral de Depósitos e Investigadora Integrada no IHC — NOVA FCSH / IN2PAST. É co-curadora da Bienal de Artes Walk&Talk, setembro - novembro 2025, em Ponta Delgada. Fez parte da equipa curatorial das Bienais de Arte e Tecnologia INDEX / Braga Media Arts, em 2022 e 2024. Foi assistente de direção e curadora de ciclos temáticos no Teatro Maria Matos entre 2015 e 2017. Foi responsável, entre 2013 e 2015, pelo Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Como investigadora e curadora, colaborou com o CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, M.A.C. Serralves, Le Plateau (Paris), Artistas Unidos e Atelier Re.Al. Fez parte da equipa editorial de Close-Up, Orfeu Negro, 2022, de Ana Borralho & João Galante. Coeditou o livro Paisagens Imprevistas (2020), dedicado ao 10º aniversário do Festival Materiais Diversos. Publicou, entre outros, "Empatia: Reflexões sobre uma possível correlação humano-artificial", em Arte digital, Academia, Museu ZeRo, Museu ZerO e I2ADS UP, 2024; “O delicado fio do comum”, em André Guedes, Ensaios para uma antológica, Kunsthalle Lissabon e Cura Books, 2016; “L'objet: ni un fétiche ni une preuve, mais un don pour la performance", in Performance Vie d’Archive, Les presses du réel, 2014; “O Coro, outra vez”, in Anne Teresa de Keersmaeker em Lisboa, INCM, 2013; On the utility of a universal's fiction, in Gimme Shelter: Global Discourses In Aesthetics. Amsterdam University Press, 2013; « Hearing our pathway - A Sensous Walk », em Mobility and Fantasy in Visual Culture, London: Routledge, 2013. Participou em comités científicos, publicou artigos, proferiu conferências em Portugal e no estrangeiro. Doutora em Estética e Ciências da Arte pela Universidade de Paris 1 - Panteão Sorbonne. Foi Professora Convidada da Pós-Graduação em Curadoria de Arte, da FCSH/UNL e é Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Artes e Letras, da Universidade da Beira Interior.
Todos os meses há uma nova convidada.
Disponível no Soundcloud, no Spotify e no Youtube.
Produção do podcast do estúdio Guel e Imagem “Clube das Criativas” com a assinatura da ilustradora Kruella d’Enfer.
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